Autor: Redação de Guia do Emprego

3 exemplos para elaborar um perfil profissional

O perfil profissional é um recurso útil nos processos de seleção ou como estratégia para posicionar nossa marca para um público específico.

Trata-se de um texto não necessariamente extenso, no qual damos uma explicação de quem somos, qual é a nossa experiência profissional e quais são as habilidades e talentos.

O principal documento onde encontramos um perfil profissional é no currículo, porque ele também acaba funcionando como uma carta de apresentação.

Nos últimos anos é bastante frequente colocarmos o nosso perfil profissional nas redes sociais, tanto se é uma rede com objetivos profissionais ou de outro tipo.

 Mas, afinal de contas, o que é um perfil profissional?

Um perfil profissional é um resumo das habilidades, fortalezas e as experiências mais relevantes de um indivíduo. O perfil profissional deve transmitir à pessoa que o lê o que ela está procurando e por isso o discurso deve ser claro, com ideias concisas e sintéticas. Hoje o que acontece com frequência é que os perfis profissionais sejam criados nas próprias redes sociais, como por exemplo, no LinkedIn, cujo objetivo é atrair a empregadores ou fomentar um networking de qualidade.  

Como se redige um perfil profissional?

Para fomentar o interesse nas próprias capacidades profissionais é recomendável seguir algumas pautas na hora de redigir o seu perfil profissional.

Seja breve, concreto e claro

Existem muitas coisas que todo mundo poderia dizer sobre os seus antecedentes e suas habilidades, mas os recrutadores estão interessados somente nas informações mais relevantes. Um conselho: limite a extensão do perfil profissional a uns 500 caracteres, o que equivale aproximadamente a uns três tweets, ou a um parágrafo breve.

Ajuste o conteúdo ao tipo de público

Saber quem vai ler o perfil dá uma pista importante sobre o tipo de informação que deve ser incluído. Priorize a descrição das habilidades e das qualidades pessoais, e evite as palavras muito técnicas se o seu leitor não tem um conhecimento profundo da sua área.

Ilustre com exemplos

Existem definições de capacidades que todo mundo usa da mesma forma no seu perfil profissional e que acabam se tornando em expressões sem conteúdo. A forma de fazer a diferença é colocando exemplos e falando de casos reais que expliquem as suas habilidades.

Seja claro na hora de expôr o que está procurando

Se você se mostrar aberto sobre as próprias expectativas, você evitará a perda de tempo e aumentará as probabilidades de encontrar o que procura.

Atrair com palavras chamativas funciona?

As sentenças dentro dos perfis profissionais tendem a serem fragmentos de orações que destacam habilidades comuns e que não surpreendem nem captam o interesse do público. Além de ser criativo, é preciso transmitir o entusiasmo e personalidade a cada oportunidade.

Alguns exemplos de perfis profissionais 

Perfil profissional resumo executivo 

Este é um perfil sintético, direto, onde o candidato destaca a sua formação e a sua área de desempenho. Isto é complementado com as habilidades e talentos individuais que se tornam um diferencial.

“Administradora de Empresas Turísticas e Hoteleras com experiência no setor hoteleiro e em áreas como a recepçao e reservas, alimentaçaol, vendas e marketing. Pessoa habilidosa e com potencial humanístico.”

Perfil profissional de competências e habilidades

Este perfil profissional é mais extenso. O que o define é que essas competências técnicas que a pessoa possui se combinam com suas habilidades nas áreas humanas e de liderança da mesma forma, ou seja, para o candidato elas têm o mesmo peso.

“Como engenheiro industrial, minha formação acadêmica, humana e profissional foi focada no desenvolvimento e na implantação de propostas úteis no campo da produtividade. Tenho experiência na condução de máquinas industriais e sua manutenção. Sou um profissional comprometido com a investigação, a liderança e o trabalho em equipe.” 

Perfil com elementos diferenciadores

Este último exemplo ilustra um tipo de profissional que, diante da circunstância de possuir um diploma que não gera muitas expectativas, decide enfatizar nas habilidades humanas e em seu alto grau de flexibilidade para não gerar interesse. É uma apostaque funciona poucoem ambientes hierarquizadosou onde a formação não é uma prioridade nem um requisito que marque a diferença.

“Técnico em gestão de negócios. Pessoa ativa, dinâmica, responsável e com facilidade para as relações pessoais. Posso desenvolver qualquer trabalho ou função designada com a maior eficácia. Bom desempenho, tanto em equipe como individualmente.”

Seja qual for o tipo de perfil profissional que você escolha para se apresentar o essencial é que você inclua brevemente sua formação, seu campo de atuação, suas competências técnicas, suas habilidades humanas, suas expectativas e seus interesses, tudo de forma harmônica.

Saiba como procurar emprego na internet em 7 passos simples

Procurar emprego na internet pode parecer simples, mas é preciso prestar atenção em alguns pontos para que essa busca tenha efetividade e traga bons resultados. O fato é que a Internet pode ajudar bastante na busca por uma vaga de emprego.

Porém, não se deve sair adicionando suas informações em qualquer site, anunciando suas habilidades em todos os fóruns, enviando e-mail aleatórios para as empresas ou clicando em qualquer link, pois isso trará mais problemas do que benefícios.

Pensando em ajudá-lo, decidimos listar 7 passos para que você consiga utilizar a internet de maneira adequada na busca por uma nova oportunidade de emprego. Confira:

1. Elabore um currículo eficiente e o mantenha sempre atualizado

O primeiro passo é focar em seu currículo. Elabore um currículo objetivo, com informações curtas, claras e sinceras. Algo que as equipes de recrutamento desejam é analisar cada currículo o mais rápido possível, visando agilizar o processo. Se você coloca informações demais ou difíceis de entender, suas chances de ser convocado para a entrevista diminuem.

Ademais, manter o currículo sempre atualizado é essencial para ter êxito na conquista de uma vaga. Se o seu currículo estiver desatualizado, seu esforço não trará bons resultados, pois o mais importante não foi bem trabalhado.

2. Construa um portfólio online para demonstrar suas habilidades

Ainda que você tenha um bom currículo, ele transmite apenas informações. É necessário demonstrar ao empregador que, de fato, você tem a habilidade necessária. Se você desenvolveu alguma atividade relacionada às oportunidades que busca, já é um sinal positivo.

Um bom portfólio pode conter atividades extracurriculares, estágios, trabalhos voluntários, artigos desenvolvidos, entre outras atividades. Um portfólio que exibe seus trabalhos vai ajudá-lo bastante, porque muitas empresas costumam solicitá-lo, objetivando provar se você realmente está apto a assumir a oportunidade oferecida.

3. Faça cadastro em portais que divulgam vagas de emprego

Não basta ter um portfólio, é preciso que alguém o veja. Para tanto, existem inúmeros portais — como o Universia Emprego — que servem como intermediador entre empregador e candidato. Esses portais permitem que as empresas anunciem suas vagas e que os candidatos encontrem-nas.

Selecione alguns portais de confiança e faça seu cadastro. Entretanto, tenha cuidado com sites de baixa reputação e links duvidosos, pois algumas pessoas podem utilizar links falsos com o intuito de coletar informações de candidatos.

Se for preciso, adicione um currículo em pdf, links para redes sociais, portfólio, site, blog, qualquer informação que seja relevante para aquela vaga. Vale lembrar que jamais você deve enviar o mesmo currículo para empresas diferentes, pois cada uma possui valores e culturas diferentes.

Quando for se candidatar a alguma vaga, analise seu currículo para ter certeza que as informações são relevantes para a função. Por exemplo, se a atividade for traduzir textos do inglês para português, não seria muito útil dizer que você fala italiano fluentemente.

4. Acompanhe empresas que são do seu interesse

Se cadastrar em portais não é o suficiente, é preciso acompanhar as empresas. A maioria das empresas possui links do tipo “trabalhe conosco” em seus sites institucionais. Você pode cadastrar seu currículo e acompanhar as atividades públicas da empresa, quando surge alguma vaga, quais os projetos que ela pretende desenvolver, entre outros assuntos.

Conheça a missão, valores e outras informações sobre a organização. Quando o candidato demonstra interesse na cultura da empresa, ela percebe que ele realmente deseja agregar valor, ajudando no crescimento e na expansão do negócio.

5. Faça networking e tenha outros profissionais como referência

O networking é fundamental quando se trata de procurar emprego na internet. No momento em que você se conecta a uma rede de contatos, suas chances aumentam. Por meio dessa rede, um conhecido poderá indicá-lo para alguma empresa ou informá-lo sobre alguma vaga disponível para alguma atividade do seu interesse. Construir uma rede de contatos vai expandir seu horizonte de oportunidades profissionais e certamente trará bons resultados.

Além disso, acompanhar profissionais que sejam referência naquilo que você busca vai ajudá-lo a crescer profissionalmente e alcançar o sucesso que você tanto almeja. É possível fazer networking com essas pessoas em suas redes sociais, eventos ou outras ocasiões que envolvam interesses similares aos seus.

6. Participe de grupos de divulgação em redes sociais

Falando em networking, normalmente as pessoas utilizam as redes sociais para se conectar com amigos, familiares, entre outros grupos de finalidade pessoal. Porém, é possível aumentar essa rede de contatos e usufruir de mais benefícios. Você pode, por exemplo, participar de grupos no Facebook, no WhatsApp, em outras redes, onde o foco seja justamente a divulgação de oportunidades de emprego.

Vagas para regime efetivo, estágio, trainee, home office, entre outras. Ao participar desses grupos, o horizonte de oportunidades se torna ainda maior e, consequentemente, aumentam suas chances de conseguir algo.

7. Tenha um perfil profissional no Linkedin

Já que as redes sociais são fundamentais, crie um perfil no Linkedin.

Essa rede permite que você personalize seu perfil profissional e traz notícias sobre vagas que coincidem com seus interesses. Além do mais, isso vai ajudar as empresas a analisar seu perfil com mais clareza, além de entender melhor suas habilidades e suas metas profissionais.

Existem outros sites em que você pode criar um perfil profissional. No próprio Facebook é possível criar uma página pessoal com um toque mais profissional, mostrando algum trabalho que você já desenvolve ou desenvolveu por conta própria.

Como foi possível analisar, não é difícil procurar emprego na internet, e ela oferece diversas ferramentas que podem ser utilizadas para encontrar oportunidades. Contudo, deve haver atenção quanto ao currículo, cuidados com a veracidade de informações divulgadas na internet e priorização de sites de confiança. Além disso, é importante ter pessoas de referência em sua rede de contatos.

Se você pôr em prática o que foi mostrado nesse passo a passo, suas chances de conseguir um novo emprego aumentarão bastante. 

A capacitação para garantir uma vaga no mercado

A educação contínua é a chave para aumentar a empregabilidade. Entenda as diferentes maneiras de qualificar a sua formação.

GRADUAÇÃO

Como você pôde perceber ao longo deste texto, concluir um curso de graduação é muito importante para aumentar o nível de empregabilidade. Quem tem diploma concorre às melhores posições, recebe salários mais altos e tem mais oportunidades de ascender na hierarquia de uma empresa.

PÓS-GRADUAÇÃO

O investimento em educação aumenta a bagagem cultural, o conhecimento técnico e, consequentemente, o nível de empregabilidade. Nesse sentido, o curso de pós-graduação é uma das opções seguintes para quem tem diploma universitário.

A oportunidade de se especializar em uma área de conhecimento é um diferencial competitivo importante para se destacar no mercado de trabalho. O profissional que tem essa formação consegue se candidatar a vagas melhores e disputá-las contra um número ainda mais restrito de interessados.

Embora um curso de pós-graduação possa parecer distante para quem ainda não entrou ou para quem está nos primeiros anos da faculdade, é importante ter em mente a continuidade dos estudos desde cedo.

Utilize o período da graduação para avaliar as áreas em que você tem mais interesse ou que proporcionam um ambiente propício para o crescimento profissional. Essa análise pode contribuir para decidir os rumos a tomar após conquistar o diploma.

MESTRADO E DOUTORADO

O mercado profissional oferece excelentes oportunidades para quem faz mestrado e doutorado. Em primeiro lugar, o profissional se credencia à carreira docente. Ou seja, está habilitado para dar aulas em universidades e comandar linhas de pesquisa acadêmica.

Além da carreira universitária, a formação stricto sensu também é um forte diferencial para o mercado de trabalho em geral.

Isso acontece porque, enquanto a pós-graduação lato sensu (cursos de especialização) já predomina nos profissionais em cargos executivos, o número de mestres e doutores ainda é bastante reduzido.

O nível de exigência para cursos stricto sensu também é maior: as faculdades costumam demandar alto nível intelectual para ingresso dos alunos, e o grau de dificuldade para concluir a formação também é maior.

OUTROS IDIOMAS

Dominar um segundo idioma é um requisito importante para ocupar posições-chave em empresas que trabalham com comércio exterior ou que necessitam atuar com equipes formadas em diferentes partes do mundo.

Nesse sentido, o inglês surge como língua imprescindível. Por incrível que pareça, estudos apontam que a língua ainda é desconhecida por esmagadora parcela dos brasileiros, sendo dominada por menos de 2% da população. Para o preenchimento de determinadas vagas, a fluência nesse idioma tem mais peso do que uma pós-graduação.

Além do inglês, o espanhol também aparece como atributo importante. Basta analisar nossos vizinhos territoriais para justificar a relevância desse idioma.

INTERCÂMBIO

Se aprender um idioma pode ser um processo difícil e demorado, aliar esse estudo a um intercâmbio é uma experiência enriquecedora, que aumentará a empregabilidade do profissional em diversos fatores. Além de conquistar a fluência em outra língua, o intercambista:

aumenta a rede de contatos;

tem a oportunidade de conhecer em profundidade outra cultura;

vivencia novas situações;

aprende a lidar com situações inesperadas;

amadurece profissional e pessoalmente.

Recrutadores e empresários veem com bons olhos o candidato que tem intercâmbio em seu currículo. A experiência é tratada como um diferencial importante para vagas de estágio e de trainee.

Inglaterra e Irlanda, por exemplo, são países de língua inglesa que recebem muitos estudantes brasileiros e oferecem boas oportunidades para trabalhar. Além do mais, o intercambista pode reservar um período para viajar e conhecer os demais países europeus.

A empregabilidade, portanto, está relacionada à capacidade do profissional em reunir atributos interpessoais e conhecimentos acadêmicos a fim de garantir uma vaga no mercado de trabalho. Para construir esses diferenciais, é preciso estar disposto a manter-se em aprendizado constante: afinal, já passou o tempo em que diploma universitário era garantia de sucesso. Hoje, é necessário dominar as últimas tecnologias e buscar cursos de especialização.

Essa estrutura curricular sólida deve ser acompanhada de alto nível de desenvolvimento pessoal. Ética, assertividade, empatia e proatividade são qualidades que não se aprendem apenas em sala de aula, mas também desde cedo, na família e nas demais relações afetivas. A partir desses cuidados, o profissional está pronto para construir a sua empregabilidade e disputar as melhores posições do mundo corporativo.

Entendeu o significado e a importância da empregabilidade? Como você avalia que está o seu desenvolvimento profissional? Compartilhe este artigo nas redes sociais e incentive os seus amigos a se aprofundar no assunto!

A situação da empregabilidade no Brasil

A grave crise econômica que atingiu o Brasil a partir de 2014 — e que causou a maior recessão da história do país — teve consequências no campo da geração e da manutenção dos postos de trabalho. Necessidade de reduzir custos, falta de mão de obra qualificada e a substituição do homem por recursos tecnológicos estão entre outras causas do desemprego.

Em 2017, o número de profissionais sem trabalho chegou a R$ 13,5 milhões, o equivalente a 13% da população. Em 2018, embora o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro tenha demonstrado apenas sinais tímidos de recuperação, a expectativa é de que a taxa de inatividade diminua, mas continue acima dos 10%.

A REFORMA TRABALHISTA E A EMPREGABILIDADE

A reforma trabalhista que começou a vigorar a partir de novembro de 2017 é uma aposta do governo para criar vagas de emprego no Brasil. A nova lei simplificou diversos pontos do regramento anterior e promete ser um incentivo para as empresas contratarem. Confira as principais alterações:

home office: trabalhar em casa não era previsto pela legislação antes. Agora, as empresas têm segurança jurídica para firmar contratos nesse formato;

jornada de trabalho: permite jornadas de até 12 horas, com descanso ininterrupto de 36. O intervalo para almoço pode ser de meia hora;

trabalho intermitente: não havia previsão para a modalidade. Agora, é possível contratar o trabalhador para jornadas específicas de trabalho. A condição para isso é de que o colaborador seja convocado com três dias de antecedência. O pagamento deve ser proporcional à jornada.

Além desses, mais de 100 itens foram revisados. Com a flexibilização de diversas questões, a expectativa é de que o ambiente econômico brasileiro se torne mais favorável para os negócios que desejam investir e contratar mão de obra.

A EMPREGABILIDADE EM DIFERENTES SETORES DA ECONOMIA

Agricultura, indústria, serviços, construção civil, comércio: afinal, quais são as áreas que mais empregam no Brasil?

Embora seja um dos setores mais desenvolvidos do país, o agronegócio, por exemplo, é um dos que menos empregam. Isso porque a atividade utiliza muita tecnologia em detrimento da mão de obra. Por outro lado, a indústria, que sofreu, nos últimos anos, com a valorização do real, poderá ser reaquecida se o movimento de desvalorização da moeda se concretizar.

Outros setores, como a construção civil e o comércio, já foram os motores da abertura de vagas na época em que o consumo era incentivado pelo governo e o financiamento para a casa própria estava em alta.

Mas o que esses movimentos demonstram? Que a economia é muito dinâmica e que os setores que a puxam positivamente variam conforme o cenário interno e externo.

CRISE E OPORTUNIDADE

Mesmo em um cenário de forte crise econômica como o observado no Brasil, é possível identificar áreas nas quais a demanda por profissionais continuou em alta, como nos casos de saúde e educação.

A alta do dólar também fortalece os setores que lidam com exportação de mercadorias. Nesse sentido, o agronegócio, por exemplo, tem o histórico de alavancar as vendas do país e garantir uma balança comercial favorável.

Dessa forma, o que se pode concluir ao analisar o macroambiente econômico do país é que o profissional preparado, embora com mais dificuldades, pode conquistar o seu espaço no mercado de trabalho. É justamente nesse ponto que entram a empregabilidade e os atributos que estamos discutindo neste artigo.

Entenda os principais fatores que influenciam a empregabilidade

A disputa por boas posições no ambiente corporativo exige profissionais cada vez mais qualificados. Quando analisamos a situação macroeconômica em que o Brasil está inserido, a formação técnica de excelência e os atributos comportamentais se tornam características indispensáveis para quem deseja evoluir e construir uma carreira de sucesso.

Assim, se você nunca ouviu falar em empregabilidade, está na hora de parar o que estiver fazendo e se aprofundar nesse tema.

Neste artigo, você vai entender o que é empregabilidade, quais fatores a influenciam, quais características interpessoais são importantes para garanti-la, como está a situação dela no Brasil e, por fim, como se capacitar para garantir uma vaga no mercado de trabalho. Preparado? Boa leitura!

O conceito de empregabilidade

Afinal, o que é empregabilidade? O termo passou a ser mais utilizado a partir do acirramento da concorrência por vagas no mercado de trabalho, da introdução de tecnologias para executar funções antes exercidas por humanos e da preocupação das empresas em adotar processos mais enxutos, a fim de aumentar a competitividade.

De maneira geral, o conceito de empregabilidade compreende os atributos e as qualidades que o mercado de trabalho busca em profissionais. Dessa forma, para se adequar ao nível de exigência requerido pelos empregadores, uma pessoa deve apresentar formação intelectual e características interpessoais em conformidade com o exigido pela organização.

Mas como a empregabilidade funciona na prática? Embora o significado pareça abrangente, alguns traços são comuns e possibilitam ao candidato largar na frente para conquistar as melhores vagas.

Como abordaremos em detalhes ao longo deste artigo, profissionais com capacidade de liderança, interessados em aprender, com experiência de atuação no mercado e com a iniciativa para introduzir mudanças estão entre os mais cobiçados.

Sejam pequenas, médias ou grandes, nacionais ou multinacionais, as empresas de hoje precisam atender ao público cada vez mais exigente, preocupado também com os valores, as políticas e a visão de futuro do negócio.

Nesse sentido, um colaborador que esteja em harmonia com tais conceitos terá alto nível de empregabilidade e, assim, estará em condições de assegurar uma boa posição no mundo corporativo.

Os 6 principais fatores que influenciam a empregabilidade

Alguns fatores são diferenciais importantes para destacar o profissional e aumentar o seu grau de empregabilidade. Experiência de mercado, nível de educação, interesse em aprender, flexibilidade, capacidade de inovar e visão estratégica são características importantes, que normalmente destacam um candidato dos demais. Entenda cada um desses fatores.

1. EXPERIÊNCIA NO MERCADO

O nível de competitividade entre as empresas exige dos profissionais respostas rápidas e margem de erro mínima. Nesse sentido, embora a formação acadêmica seja indispensável, a experiência no mercado tem cada vez mais relevância na hora de decidir quem vai ocupar uma posição no ambiente corporativo.

Imagine, por exemplo, um jovem que começou a trabalhar desde muito cedo. Entrou em uma empresa como office boy e, enquanto cursava a faculdade, conseguiu avançar posições hierárquicas. Graças ao seu esforço, tornou-se estagiário e, anos depois, conquistou uma vaga de analista.

Ao término da universidade, esse profissional aliou os conhecimentos teóricos à vivência diária do mundo empresarial. Sem dúvida nenhuma, essa formação permitirá que ele esteja mais preparado para assumir um cargo gerencial do que alguém cujo conhecimento se restringe à sala de aula.

Dessa forma, para garantir a empregabilidade no futuro, o jovem deve estar focado em construir uma experiência profissional sólida. Com esse objetivo, o estágio tem grande relevância. Essa iniciação permite ao profissional experimentar diferentes áreas e reunir uma bagagem prática que lhe dará grande diferencial em médio e longo prazos.

2. NÍVEL DE EDUCAÇÃO

Se, por um lado, a experiência prática é um grande diferencial para a empregabilidade, o nível de educação é requisito na formação do profissional.

Em apuração realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), verificou-se uma alta diferença entre os salários de quem tem curso superior em relação a quem não é formado.

De acordo com os números levantados, a diferença de renda supera 150% em favor daqueles que concluíram a universidade.

No mesmo sentido, um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgado em 2016 constatou que a média salarial aumenta cerca de 15% para cada ano concluído de ensino.

3. INTERESSE EM APRENDER

Ler, estudar, especializar-se, treinar, aprender: o processo de aperfeiçoamento é contínuo e jamais tem fim. Engana-se quem pensa que o diploma e até mesmo a pós-graduação são suficientes para manter a empregabilidade. Para avaliar seu grau de conhecimento acerca das práticas do mercado, vale a pena se questionar:

você domina as novas tecnologias utilizadas na sua profissão?

conhece as técnicas, os procedimentos e os processos aplicados na sua área?

está por dentro dos últimos estudos e das pesquisas acadêmicas que vêm sendo desenvolvidas?

compreende a legislação e as regulamentações que normatizam sua atividade?

As respostas para essas perguntas variam conforme o tempo passa. Ferramentas, estudos e leis surgem e modificam a percepção que o mercado tem de cada profissão. Nesse sentido, continuar atualizado é um desafio que perdura independentemente do ramo escolhido.

Essa questão ganha ainda mais relevância quando observamos o alto volume de informações que é produzido atualmente. O profissional que não souber filtrar tamanha quantidade de dados ficará para trás dos demais.

Assim, o interesse em aprender é um diferencial importante para que você se mantenha atualizado perante as novidades que movimentam o mercado de trabalho. No cenário de intensa competitividade que se verifica nos dias de hoje, esse atributo é imprescindível para se destacar.

4. FLEXIBILIDADE

O conceito de flexibilidade caminha ao lado do interesse em aprender e incorpora também a resiliência necessária para ultrapassar adversidades.

Hoje, num ambiente dominado pela tecnologia, as mudanças ocorrem ao natural — seja em âmbito político, econômico, social ou de mercado. Assim, o profissional com capacidade de absorver essas transformações está um passo à frente da concorrência.

Além disso, podemos resumir esse atributo como ter o famoso “jogo de cintura”. Ou seja, conseguir se adaptar às dificuldades, aos conflitos, aos interesses e às ferramentas que surgem ao longo da jornada.

A chegada da geração Y (nascidos entre 1980 e 1995) ao mercado de trabalho tornou esse atributo ainda mais valorizado. Os jovens de hoje tendem a ser imediatistas, imaginam que são autossuficientes e têm dificuldades para lidar com ambientes que não lhes são favoráveis.

Assim, o profissional que contraria essa tendência consegue aumentar o seu nível de empregabilidade.

Diverse people with creative inspiration speech bubbles

5. CAPACIDADE DE INOVAÇÃO

Em tempos de redes sociais, aplicativos, mobilidade e equipamentos que revolucionam a maneira com que lidamos com as atividades do dia a dia, a capacidade de se adaptar e de incorporar novidades à rotina de trabalho nunca esteve tão em alta. Contudo, engana-se quem pensa que a inovação está ligada apenas a novas tecnologias.

Na verdade, o conceito é muito mais amplo. Ele abrange a competência do profissional em revisar processos e incorporar melhorias ao sistema de trabalho.

Também conhecido como “pensar fora da caixa”, esse atributo é importante para produzir valor, encontrar soluções criativas para fidelizar a clientela e desbancar a concorrência.

Vale destacar que essa característica não deve ser confundida com “ querer reinventar a roda”, tão comum nos jovens de hoje. Ela trata, sobretudo, da compreensão do profissional acerca do diferencial competitivo da empresa, com o objetivo de introduzir melhorias.

Em um ambiente cada vez mais mecanizado, a capacidade de inovação dá o toque humano ao fluxo de procedimentos. Por essa razão, ela é um diferencial tão importante.

6. VISÃO ESTRATÉGICA DO MERCADO

A visão estratégica possibilita perceber e apontar em que direção evoluem as tendências que influenciam o andamento do setor em que a empresa está inserida. Essa característica permite ao profissional aproveitar as oportunidades e se preparar para enfrentar ou evitar os riscos próprios do negócio.

É o momento de investir na aquisição de novos equipamentos?

A empresa deve expandir o número de filiais?

Há oportunidade para exportar ou importar mercadorias?

O negócio está pronto para iniciar um movimento de internacionalização?

As respostas a essas perguntas exigem conhecimento avançado do cenário do macroambiente econômico. A capacidade de ligar diferentes pontos e tomar decisões complexas não é um atributo simples de se conquistar. São necessários anos de estudo e de vivência de mercado.

Por essa razão, desenvolver a visão estratégica é um quesito muito valorizado para quem deseja assumir a posição de gerente ou sonha em empreender.

As 9 habilidades profissionais mais valorizadas pelas empresas

Será que você dispõem dessas habilidades? Caso você tenha interesse em desenvolvê-las siga as nossas 9 dicas para alcançar uma carreira promissora.

Para conseguir um bom emprego é necessário ter muita dedicação e força de vontade.

É fundamental que a comunicação no ambiente de trabalho seja objetiva e respeitosa.

Um ponto fundamental para que o funcionário permaneça na empresa e manter o seu autocontrole.

A gente sabe que não é uma tarefa muito fácil conseguir um bom emprego, ainda mais com a concorrência enorme no mercado de trabalho. Para isso, é necessário ter muita dedicação e força de vontade.

Comunicação

No Brasil, a maior parte das pessoas passam mais tempo no ambiente de trabalho do que na própria casa. É fundamental que a comunicação seja plural, um caminho de duas mãos, para que haja a troca de conhecimento entre os colegas.

Quando não há essa troca de ideias, os resultados podem ser prejudicados pela falta de objetividade, e isso acarreta na queda da produtividade dos profissionais. 

Autocontrole

Um ponto fundamental para que o funcionário permaneça na empresa é manter o seu autocontrole. Atitude impulsiva, sem pensar, pode levar o profissional a tomar decisões equivocadas, levadas pelo ímpeto das emoções.  

Ética

Outra habilidade de muita importância é a ética. A ética profissional é um dos critérios mais valorizados no mercado de trabalho.

Ter boa conduta na empresa é o passaporte para uma carreira promissora. A ética acrescenta veracidade e respeito no âmbito do trabalho.

Flexibilidade

Geralmente as pessoas flexíveis são consideradas mais diplomáticas, elas têm a capacidade de compreender e aceitar as opiniões ou pensamentos de forma mais fácil.

Vale destacar que ser flexível não é aceitar tudo que lhe é imposto. Mas a flexibilidade torna a pessoa capaz de questionar, de expor suas ideias, pontuando suas reivindicações de forma mais amistosa.

Proatividade

Hoje em dia, com o mercado de trabalho dinâmico, os recrutadores buscam profissionais que tenham esse diferencial.

Uma pessoa proativa, em vez de esperar que algo aconteça, toma a iniciativa e conduz as pessoas, mostrando liderança, motivação e planejamento.

Business people meeting to discuss the situation on the market.

Autoconfiança

O profissional que conhece a si mesmo sabe superar suas limitações e fortalecer suas potencialidades. Confiar em si mesmo, em suas ações, em suas ideias e projetos é um grande passo para conseguir bons resultados na empresa.

Planejamento

Um bom profissional projeta e foca seus objetivos para ter sucesso no mercado de trabalho. A organização e bom uso do tempo são estratégias que todo profissional deveria dispor.

Competitividade

A competitividade às vezes é vista como uma qualidade negativa, mas é através dela que muitos profissionais são motivados a tornar seus trabalhos mais inovadores.

Mantenha-se Atualizado

É importante o profissional se manter sempre atualizado, buscando acompanhar o desenvolvimento científico e tecnológico que acontece na sua área de atuação. Essa é a chave para a ascensão profissional.

5 coisas que você deveria colocar no seu currículo

Se você precisa escrever um currículo eficiente e capaz de atrair a atenção dos recrutadores, confira as cinco coisas que, provavelmente, não estão

incluídas no seu currículo, mas deveriam por exemplo.

Escrever um currículo é uma tarefa bastante complicada. É preciso selecionar bem as informações.

Confira as cinco coisas que, provavelmente, não estão incluídas no seu currículo, mas deveriam.

Frequentemente os candidatos deixam de lado os trabalhos voluntários que realizaram, não comete esse erro.

Escrever um currículo é uma tarefa bastante complicada. É preciso selecionar bem as informações. Para acabar com qualquer dúvida, selecionamos as cinco coisas que, talvez, você não esteja incluindo em seu currículo, mas certamente deveria:

1) Um perfil no topo

Os currículos modernos não têm mais uma seção de objetivos no início. Eles foram substituídos por um breve perfil ou apresentação. Essa parte deve destacar os seus pontos fortes e as suas experiências resumidas em pequenas frases específicas. Um perfil bem escrito oferece uma visão geral da sua candidatura e dá ao recrutador uma ideia do que ele vai encontrar ao longo do seu currículo.

2) Conquistas em cada emprego

Os currículos comuns listam as tarefas pelas quais você era responsável em cada trabalho pelo qual passou. Contudo, elas não explicam o que você conquistou lá. Destaque as suas conquistas. Sem dúvida, seu currículo chamará a atenção do recrutador.

3) Trabalho voluntário

Frequentemente os candidatos deixam de lado os trabalhos voluntários que realizaram – até mesmo quando são relevantes para a vaga a qual se candidatam. Não comete esse erro. Se você acredita que existe alguma chance de se beneficiar com um trabalho voluntário, inclua-o em seu currículo. Os empregadores querem conhecer as suas experiências relevantes, independentemente de você ter ou não recebido por elas.

4) Projetos paralelos relevantes

Assim como o voluntariado, muitas pessoas negligenciam as experiências relevantes que tiveram com hobbies ou projetos paralelos. Não pense que as atividades que você desenvolve por diversão não podem trazer experiências valiosas para a sua carreira. Use a mesma lógica do trabalho voluntário: se pode ajudá-lo (mesmo que minimamente), inclua em seu currículo.

5) Tópicos

Muitos candidatos enviam currículos cheios de blocos longos de texto. Isso não vai ajudar. Recrutadores e gerentes de RH fazem uma espécie de “escaneamento” no seu currículo, de maneira que os grandes blocos irão dificultar o trabalho deles de encontrar suas habilidades-chave. Prefira organizar seu currículo em tópicos.

10 maneiras de se descrever em uma entrevista de emprego

Se você está à procura de um trabalho, saber como mostrar suas melhores características é essencial. Confira 10 maneiras de se descrever em uma entrevista de emprego.

Se você também tem receio ou não sabe a melhor forma de responder essa questão, existem algumas dicas.

Procure mostrar como você transforma obstáculos em degraus que levam você ao sucesso.

Mostre que você é confiante e que quando precisa tomar uma decisão.

Uma das maiores dificuldades das pessoas que estão à procura de um emprego é no momento da entrevista quando a seguinte questão é proposta: “fale um pouco sobre você”. Se você também tem receio ou não sabe a melhor forma de responder essa questão, existem algumas dicas que podem ajudar você a se inspirar e encontrar a maneira ideal de se descrever.

Confira 10 maneiras de se descrever em uma entrevista de emprego

1. Adaptação

Dizer que você é alguém que se adapta com facilidade às pessoas e a qualquer tipo de ambiente é uma boa alternativa. Procure mostrar como você transforma obstáculos em degraus que levam você ao sucesso.

2. Inovação

Mostre que você tem capacidade de inovar, criando novas ideias que podem ajudar a empresa. Diga que você sabe como criar projetos e como transformá-los em uma fórmula de sucesso.

3. Criatividade

Se você é uma pessoa criativa, não deixe de citar essa característica. Diga que você tem uma perspectiva única e gosta de se diferenciar, já que isso é uma vantagem em áreas competitivas.

4. Alcançar objetivos

Deixe claro aos recrutadores que você é alguém que não descansa até que seu trabalho esteja concluído da melhor maneira e você tenha alcançado seu objetivo.

5. Tomar decisões

Não passe uma imagem de pessoa indecisa. Mostre que você é confiante e que quando precisa tomar uma decisão, procura pelas informações corretas para fazer uma análise e então escolher a melhor alternativa sem hesitar.

6. Trabalho em equipe

Saber trabalhar em equipe é uma qualidade essencial em um candidato. Por isso, mostre que você gosta desse tipo de atividade e que sabe aconselhar seus colegas para que a tarefa seja concluída da melhor maneira.

Group of Multiethnic Designers Brainstorming

7. Comunicação

Habilidade com relações interpessoais é uma das características mais buscadas pelos recrutadores, já que é isso que vai garantir que o candidato consiga se adaptar ao emprego e às outras pessoas. Dessa maneira, deixe claro que você é um bom comunicador.

8. Visão ampla

Mostre que você tem uma visão ampla sobre as coisas e que prefere resolver os problemas dessa maneira, analisando todos os detalhes e juntando-os para entender a situação por completo.

9. Entusiasmo

Ter entusiasmo pelo trabalho pode destacar um candidato dos demais. Por isso, diga aos recrutadores que você tem muita motivação e que gosta do que faz.

10. Singularidade

Diga aos recrutadores que você é um candidato único e demonstre exemplos que justifiquem essa classificação, como algum projeto que você realizou no seu último emprego, por exemplo.

3 regras para fazer seu primeiro Currículo

O currículo é o que garante ou não uma entrevista de emprego e possível vaga de trabalho. 

Você precisa dar muita atenção não apenas para o conteúdo do seu currículo, mas também no estilo e formatação da página em geral.

Seu currículo tem muito mais a ver (e mostrar) sobre suas conquistas do que sobre suas experiências. 

O currículo é a primeira impressão que o recrutador terá de você como profissional. Além disso, esse documento é o que garante ou não uma entrevista de emprego e possível vaga de trabalho. Por conta desses dois fatores essenciais você precisa dar muita atenção não apenas para o conteúdo do seu currículo, mas também no estilo e formatação da página em geral. Para que sua busca pelo emprego seja bem-sucedida, confira três regras essenciais:

3 regras para fazer seu primeiro currículo

1) Uma única página

Imagine quantos currículos o recrutador terá que olhar até encontrar aqueles que se destacam? Pois bem, é pensando nisso que você deve aproveitar o que puder e fazer seu currículo em apenas uma página. Por ser o primeiro currículo é possível que essa tarefa não seja difícil, mas fique atento para tópicos inúteis que não dizem nada e só ocupam espaço.

2) Quantifique o sucesso

Seu currículo tem muito mais a ver (e mostrar) sobre suas conquistas do que sobre suas experiências. Ao invés de simplesmente pontuar as funções, destaque as mudanças e conquistas que realizou. Qualquer pessoa pode cumprir ordens, mas poucas fazem isso com excelência. Quantifique o sucesso de suas conquistas e deixe claro o quanto você pode fazer em benefício da empresa com essas capacidades. Mesmo que você não tenha nenhuma experiência profissional, pense em sua trajetória escolar e nas vitórias que adquiriu nesse ambiente.

3) Formatação

Cores, fontes, tamanho das letras, estilo. Tudo isso conta muito, pois qualquer deslize é encarado como motivo para seu currículo ser descartado. A solução é mais fácil do que você espera: opte pelo mais simples e básico. Nada de fotos, a não ser que o recrutador solicite, ou cores chamativas e fontes cheias de voltar e contornos. Escolha a fonte Times New Roman ou Arial, tamanho entre 12 e 16. Cores sóbrias como preto para o texto e colorido básico para subtítulos como azul marinho ou vinho. Se ficar alguma dúvida, peça para que alguém próximo com experiência profissional ajude você a achar a melhor solução.

Boa sorte! Se você planeja começar a trajetória profissional e quer encontrar bons empregadores, confira 3 regras essenciais para fazer seu primeiro currículo e garantir entrevistas

Quais serão as habilidades para os empregos do futuro?

Desenvolver competências oportunas, na educação e no mercado laboral. A transformação afeta também aos talentos gerados dentro das empresas

O campo tecnológico e as novas profissões que estão aparecendo fizeram com que as qualidades procuradas nos funcionários fossem variando ao longo da última década.

Já não vale esse legendário “inglês nível médio” ou os conhecimentos do Office.

Hoje, as habilidades requeridas vão muito além. E, conforme nós vamos aproximando-nos das próximas gerações do âmbito educativo, comprovamos que tudo evoluciona como se não houvesse amanhã.  

A tecnologia mudou radicalmente a maneira em que as empresas realizam os processos seletivos, não por modismos, mas por necessidade. O contexto social e tecnológico em que nós vivemos não nos deixou alternativa que desenvolver e evoluir o perfil do funcionário especializado, integrando a sua inteligência emocional.

A vantagem dos seres humanos está nas habilidades socioemocionais, como a criatividade, a liderança e a capacidade de persuasão. É necessário manter abertas as possibilidades de um aprendizado permanente, fortalecer as habilidades educativas para constituir melhores equipes de trabalho e apoiar e educar a cultura da experiência.

O trabalho do futuro depende de cada indivíduo, as empresas devem preparar seus funcionários para a transição da mudança tencnológica acelerada e apostar pelos jovens pensando na produtividade. Os funcionários devem estar prontos para aprender e destacar capacidades que não são automatizadas facilmente.

A capacidade de aprendizado será indispensável

A era de cursar uma faculdade e passar anos trabalhando atrás de uma mesa acabou. Hoje há produção de uma literatura científica e tecnológica que está ficando obsoleta logo após o seu nascimento e quem não acompanha essa evolução fica para trás. A pergunta é: estamos preparados para nos reciclarmos constantemente?

Capacidad autodidata

Tantas mudanças estão fazendo com que os centros de formação se adaptem e ofereçam garantias para esta nova dinâmica. Mas, existem muitos detalhes com os que não nos resta outra que aprender por conta própria;

Capacidade resolutiva

Hoje em dia uma simples mensagem no Twitter pode afundar uma empresa consolidada. Por isso hoje em dia há uma demanda sobre funcionários que demonstrem ter uma alta capacidade para resolver problemas.

Os técnicos de hoje em dia possuem a habilidade para resolver os problemas que possam aparecer em um determinado momento. Algo que requer pensar rápido, ter os conhecimentos adequados e contar com o impulso para agir e propor soluções. Isto se chama trabalhar sob pressão.

Idiomas

Vivemos em um mundo interconectado. Portanto, a capacidade de se comunicar com outras culturas e mercados potenciais tem se tornado essencial. Hoje é possível montar um startup num quarto com mil reais e ter clientes na Rússia, Japão ou em Ruanda. Para lidar com uma situação assim o inglês é indispensável.

Inclusive, cargos e profissões estão pegando emprestados os nomes da língua inglesa. Os redatores são content writers, as celebridades influencers e os gerentes managers. As fontes de informação primária vêm na maioria das vezes dos Estados Unidos ou de países asiáticos, onde se publica diretamente em inglês.

Dinamismo

Estamos presenciando um momento espetacular da História, onde tudo muda a uma grande velocidade. Estar preparado para tanto progresso será chave. É preciso desenvolver uma visão global do que nos rodeia e nos prepararmos o máximo possível. Quanta mais formação, mais chances de se desenvolver neste novo cenário.


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